domingo, 5 de julho de 2015

RESENHA: DOCTOR WHO: O PRISIONEIRO DOS DALEKS

Antes de começar a resenha, gostaria de dizer que se não fosse o magnífico sorteio de cortesias do Skoob, eu não teria esse livro. Lembro até hoje do dia que a Mari me mandou mensagem dizendo que eu era uma “puta sortuda” (não lembro se foram essas exatas palavras, mas tinha muito palavrão envolvido na animação, gente) e eu tipo “what? why?”. A inocente que nem tinha ido ver o resultado, sim, haha. Enfim, amém, ganhei o livro e se não fosse por isso não o teria lido tão cedo.


Então vamos lá! Se você não assiste Doctor Who, não se preocupe: tentarei explicar de maneira que várias coisas fiquem claras (sem dar spoilers sobre a série ou o livro, fiquem tranquilos). E ainda tenho em mente de fazer um post falando sobre a série. Mas isso é para outra hora... Portanto: resenha, sim.


A série britânica Doctor Who tem diversos livros envolvendo as diferentes regenerações do protagonista, o Doctor. Já vi alguns livros que envolvem o Décimo Primeiro (interpretado por Matt Smith) aqui no Brasil e tem, também, um livro com 12 contos, cada um sendo de uma regeneração. Doctor Who: O Prisioneiro dos Daleks, por sua vez, nos trás o Décimo Doctor, vivido por David lindo Tennant na TV.



Sinopse: O Império Dalek não para de se expandir, e batalhas eclodem em vários sistemas solares. Quando o futuro da galáxia está em jogo, o Doutor se vê a bordo de uma nave próxima à linha de frente, junto a um implacável grupo de caçadores de recompensas.

O Comando da Terra paga a eles por cada Dalek morto, por cada olho entregue como prova. Mas, com a ajuda do Doutor, os caçadores conseguem algo de valor inestimável: um Dalek inteiro, vivo, com os sistemas desarmados e pronto para ser interrogado. No entanto, com os Daleks nada é o que parece e ninguém está a salvo. Quando o jogo virar, como o Doutor sobreviverá ao se tornar prisioneiro de seu maior inimigo?
Tudo começa quando TARDIS (a nave do Doctor) acaba aterrissando em um pequeno planeta abandonado, Hurala, que costumava ser uma estação de abastecimento – algo como se fosse um posto se estivéssemos viajando numa estrada, por exemplo. Uma coisa bem clara que se aprende como Whovian (fandom) é que: o Doctor é um ser curioso. E, por curioso, deixe-me explicar que: ele se mete não somente onde talvez não deveria, como acaba arriscando a sua vida e a de terceiros no processo. Logo no início do livro constatamos que se trata de um dos momentos em que o Doctor ficou sem uma Companion (acompanhantes que acabam convidados – e se tornam frequentes – a bordo da TARDIS), então é apenas nosso querido Décimo Doctor explorando o pequeno planeta.



É basicamente assim que ele acaba no meio dos caçadores de recompensa, quando acabam salvando o Doctor que se encontrava preso em Hurala quando estavam precisando abastecer a nave. O que nenhum deles sabiam era que teriam companhia muito em breve: os Daleks estão a caminho. Esses são os inimigos declarados do Doctor. Originários do planeta Skaro, eles são aliens protegidos por uma armadura (parecendo robôs) e desprovidos de compaixão ou qualquer sentimento “bom”, por assim dizer (clique aqui para um exemplo em vídeo).


Os únicos livros que li de Doctor Who até o dado momento foram três contos de 12 Doctors, 12 Stories (que na minha versão é um box com 12 livrinhos ao invés de um livro inteiro com todos). Todos esses eu tratei de ler com o olhar mais “whovian” e mais “estou assistindo a um episódio”, e O Prisioneiro dos Daleks não foi diferente. Em se tratando de escrita, Trevor Baxendale foi direto e reto – sem enrolar muito na narrativa, contando os fatos, os diálogos e deixando tudo o mais claro possível. Ainda assim, ele apresenta os personagens novos com precisão de um roteirista, tentando nos fazer compreendê-los apenas o suficiente para entendermos o modo como agem.



Outra coisa que deveria elogiar é a tradução. Alguns dos meus amigos estão acostumados a me ouvir reclamando de alguns livros cujas traduções não ficam boas (ou não parecem revisadas), mas esta estava fenomenal. Como fã, eu adorei a história – se fosse um episódio, provavelmente seria fantástico!


DOCTOR WHO: O PRISIONEIRO DOS DALEKS
Trevor Baxendale, 207 páginas
Suma das Letras, 2015
NOTA: ★★★★★

Minha nota, portanto, não se trata de forma crítica ao enredo ou escrita por conta disso: eu gostei muito de tudo. Sem puxa-saquismo, juro.



RECOMENDADO A TODOS OS WHOVIANS E WHOVIANS-TO-BE!

2 comentários:

  1. Yeeey, tava louca por essa resenha. E nossa, cê ganhou um sorteio do skoob? Não conheço ninguém que tenha ganhado, pra mim isso era mito hahaha Mas me explica, eles avisam ou a gente tem que sair olhando?
    Sobre a resenha: quero muito ler esse livro. Parece mesmo como assistir a um episódio e deve ser uma ótima forma de matar a saudade do tenth, né? Fiquei super curiosa, porque nunca li nada de Doctor Who.
    Beijo

    www.blogrefugio.com

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    1. Ganhei! HAHAHA, um milagre, porque eu também achava que era mito... Tipo aqueles folclores mesmo HSUAHUSHAU. Tem que sempre olhar os resultados, mas se você não olhar não muda muita coisa, porque o livro vem mesmo assim... se não tivessem me dito, o livro teria chego e eu só ficaria me perguntando "HOW?" HSUAHUSHAUHSUA. Ai, matar saudade do tenth foi tudo de bom ;u;! Leia algo, é super de boas e facinho, sempre leitura rápida haha <3

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