sábado, 11 de julho de 2015

RESENHA: O GUIA DO MOCHILEIRO DAS GALÁXIAS

Depois de uma semana consideravelmente corrida, voltei para mais uma resenha. Comentarei sobre a primeira semana de maratona na segunda-feira quando eu provavelmente farei um post sobre o que deu certo (e o que não deu). A ideia é fazer algo assim toda semana até o final, espero que tudo dê certo para isso, haha!


O segundo livro lido (completamente) na maratona foi nada mais, nada menos que O Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams. Livro este que muita gente já conhece e já leu. Devido a essa pressão, talvez a resenha não fique lá essas coisas, mas tentarei dar meu melhor!
Sinopse: O Guia do Mochileiro das Galáxias começou sua história como uma série de rádio e, depois, uma compilação em fita cassete.

Arthur Dent, um inglês azarado, escapa de um evento dramático – a destruição da Terra –, graças a um amigo de Betelgeuse que, enquanto estava ilhado em nosso planeta, havia se disfarçado de ator desempregado. Arthur se vê arrastado, apesar de seus protestos histéricos, para as situações mais alucinadas nos pontos mais distantes do tempo e do espaço.

O que realmente sustenta este livro hilariante, através de sua viagem freneticamente bizarra pela galáxia rumo ao legendário planeta de Magrathea e além, é a pergunta profunda sobre o porquê. De onde viemos? Por que estamos aqui? Para onde vamos? Onde vamos almoçar hoje?

Quando comprei esse livro, há um ano e meio, comprei por ser Black Friday, por já ter ouvido maravilhas dele e porque ele pode ser, sim, considerado um clássico. Demorei todo esse tempo para ler por sempre ter muitas opções de livro para ler – exato motivo que o coloquei na maratona, para finalmente me “obrigar” a riscá-lo da lista. Fui bastante feliz na minha escolha, claramente. O Guia do Mochileiro das Galáxias aliviou bastante minha ressaca literária (que tive pós A Rainha Vermelha) e me rendeu muitas risadas.


A história começa com Arthur Dent preocupado com a situação de ter sua casa demolida para a construção de um desvio, coisa que se torna bastante inofensiva se comparado ao fato de que seu planeta inteiro está para ser dizimado evento que escapa graças a Ford Prefect, seu melhor amigo, nascido no planeta Betelgeuse. Pesquisador de campo para o livro O Guia do Mochileiro das Galáxias, Ford esteve ilhado na Terra por anos, em busca de uma carona para fora – que só viera a acontecer com a destruição do planeta, dada pelos vogons, uma raça alienígena bastante burocrática.

É com esse mesmo livro que Arthur passa a tentar lidar com a perda de seu “lar” – não apenas a casa que fora demolida, como também do mundo que agora não existe mais – e aprender um pouco mais sobre o que é viajar pelas galáxias.

E, ainda, seremos apresentados a outros personagens que tem seus devidos e importantes papéis na história: como Zaphod Bebleebrox, o presidente da Galáxia, e Tillian (ou Tricia McMillan), humana que o acompanha. Ambos acabam por salvar – mesmo que sem a intenção – os dois amigos quando estavam prestes a morrer depois de serem despejados da nave que pegaram carona. Há, ainda, Marvin: um robô consideravelmente depressivo, que reclama basicamente de tudo (principalmente da vida).


Todo o livro conta com capítulos hilariantes descrevendo as aventuras dos personagens e, também, trechos e explicações contidas no Guia do Mochileiro. Para dizer o mínimo, tudo acaba se tornando bastante confuso volta e meia, mas é exatamente isso que trás a essência do conteúdo. Como se isso não fosse o bastante, a pergunta “o que diabos Douglas Adams bebeu antes de criar tudo isso?” se tornou bastante normal.


O GUIA DO MOCHILEIRO DAS GALÁXIAS
Douglas Adams, 160 páginas
Editora Sextante, 2010
NOTA: ★★★★★

Difícil dar uma nota menor que cinco quando se considera o livro um clássico. E, além do mais, eu sou o tipo de pessoa que gosta muito desse tipo de história. Não tem como criticar muito o livro, pois, se houvesse uma crítica, seria sobre a confusão causada pela maior parte do enredo – mas isso não é algo ruim num livro desses. Se você ainda não leu: vale muitíssimo a pena.

E, se você já assistiu ao filme: há suas semelhanças e diferenças. Acredito que o filme acabou englobando um pouquinho dos outros livros, já que ainda havia cenas que não presenciei na leitura (então, confirmarei essa teoria apenas depois de ler os próximos dessa Trilogia de Cinco). O filme é tão hilário quanto, então também recomendado... Afinal de contas tem Martin Freeman, gente, como dizer não para este ser:


(Os hm, ratos... ratos falantes. Legal.)


E A #MLI2015 CONTINUA...

2 comentários:

  1. Heey!
    Eu sou muito fã de O Guia do Mochileiro das Galáxias!!! Eu realmente adoro a obra do Douglas ♥♥♥
    Adorei sua resenha ^^
    Abraços!
    Blog - Desbravando o Infinito

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. É muito bom MESMO! Obrigada pelo comentário, Guilherme <3!

      Excluir